



Nos últimos anos, o setor florestal cresceu em importância no mundo, apresentando uma lucratividade substancial através dos seus muitos usos.
A silvicultura é uma importante fonte de receita para governos em todo o globo, tendo gerado mais de R$10 bilhões em impostos em 2007 somente no Brasil, enquanto empregou mais de 4 milhões de pessoas.
O eucalipto está totalmente adaptado ao Brasil e cresce a uma taxa muito superior à de outros países (35m3/ha/ano); em comparação com Portugal (13m3/ha/ano) e Canadá (5m3/ha/ano). A silvicultura brasileira já se tornou referência em todo o mundo.
Empresas estão interessadas em encontrar um fornecedor de produtos que não causem dano ao meio-ambiente, um provedor que possa oferecer a conservação dos recursos naturais, aumento da eficiência energética e melhora na qualidade do ar. Florestas plantadas são mais eficientes do que a mata nativa e capturam carbono enquanto liberam oxigênio para a atmosfera.
Há um déficit de florestas plantadas no Brasil e esse déficit só vem aumentando, ao passo que a produção de carvão de florestas nativas aumentou de 24,6% em 1997 para mais de 50% em 2006.
O governo está combatendo a extração ilegal de mata nativa e, em janeiro de 2009, criou uma lei que obriga toda empresa do setor imobiliário a provar que só está usando madeira legal – um grande passo para o desenvolvimento de florestas legalizadas.
Existem somente 5,3 milhões de hectares (0,62% do seu território) de florestas plantadas no Brasil, sendo que pelo menos 1 milhão de hectares de florestas antigas apresentam baixa produtividade. Essa é uma ótima oportunidade para se capitalizar nesse setor que cresce rapidamente, capturando benefícios fiscais, alta demanda e baixa competitividade.

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